E voltamos à programação normal deste blog. O carnaval mal acabou, e já sinto saudades das férias. As rotinas diárias já voltaram ao normal: correria - surtos (essa semana foi foda isso - surtos a toda hora) - ficar até mais tarde... E coisas assim.
Pelo menos não estou sozinho, e essa galera me ajuda.
Uma pena que férias (ou no meu caso, uns dias de folga) passam tão rápido...
Babaquice escrita pelo PiG (Fregola) às 12h27
Carnaval - PARTE 4 (final)...
A segunda feira foi meio cruel com todo mundo. Mas não que impedisse do pessoal todo ir a praia novamente, e tirar algumas fotos escrotas, claro.
Alô... Som... 1, 2, 3... Testando... Som...
De noite, os poucos sobreviventes foram para o centro de Itaoca mesmo, a mais ou menos 100 metros da casa. Esse foi o dia que mais encheu lá. A maior prova que havia muito carioca esse ano em Espírito Santo, é que uma pessoa foi assassinada nesse dia. Fofoca contada pelos próprios donos de bar. Enquanto no rio eles escondem, lá basta vc sentar na mesa que eles começam a contar. Que bizarro...
Esse dia a praça encheu para caralho, como podem ver...
Uma mosca não-bem vinda, estragou a vontade de tomar uma coca cola gelada. O pior de tudo isso, foi ver uma cena mais do que rara... O dentinho bebendo ÁGUA!!!...
A mosca. Segunda foto, a cena mais histórica de todos os tempos...
Leandro ainda sai para a caça, mas toma meia dúzia de tocos, e volta para casa dormir com o resto do pessoal. E a galera entra na canja de galinha para dar uma melhorada, e cai no sono.
Terça...
Último dia de carnaval. Decidimos nos aventurar e tentar achar a praia de Castelianos (eu acho que era esse o nome). O único que sabia o caminho era o Dentinho, e mesmo assim, na base do "vamos ver se ainda lembro". Por sorte, foi bem tranqüilo, e chegamos numa boa.
Como podem ver, as garotas do grupo são super bem tratada pela galera...
Eu não vou tentar explicar essa foto. Sério...
Tudo bem até então, e parecia que seria um último dia normal de carnaval. A praia era maneira, e como a maré estava baixa, vc podia ficar entre os corais, e ver os peixinhos nadando. Soa até homossexual de tão bonitinho.
- Gente, o que é aquilo? - O nome daquilo é "Banana Boat", ou simplesmente "Banana". - Banana Boat? - É uma bóia que dão várias pessoas em cima, e é puxado por uma lancha. - É maneiro? - É rápido pacas. Muito foda. - E aê galera? Vambora? - VAMOS!!
Baratinho, apenas 5 mérreu para cada um, para o aluguel dos salva-vidas. E partimos para a água.
Esadof, Renata, Bossa, Renatinho, Leandro, Eu e Fuzi. Isso vai dar merda...
Para começar, senti uma dificuldade filho da puta para nadar até a Banana de espera (tinha uma banana "dupla" onde a galera ficava esperando a lancha voltar).
Quando estava quase subindo... Porra, não sei nem como vou explicar isso aqui... Bom... Veio uma mão extra para ajudar, e enfiou a mão com vontade na minha bunda e puxou para cima da banana (porra, é a segunda vez que me sinto violado nesse carnaval).
- POOORRRAAAA!!! CARAAAAALHOOOO!!... NÃO PUXA POR AÍ NÃO CACETE!!! TIRA A PORRA DA MÃO DAÍÍÍÍÍÍÍ.... MINHA BUNDA NÃÃÃÃÃOOOO...
Eu gritava, me sacudia, e nada do cara parar com essa "ajudinha" não grata. Então resolvi colocar as mãos para trás para tirar a mão dele dali, foi qndo finalmente conseguem me puxar para cima da Banana, e eu fico entalado no meio da porra do vão que tinha entre uma bóia e outra, sem poder mexer meus braços, na banana dupla.
- Ah, vão tomar no cú. Vão rir do gordinho na puta que pariu!!
Eu falava isso, no intervalo de uma engolida de água e outra, enquanto o resto do pessoal de escangalhava de rir. Filhos da puta.
Consigo finalmente depois de muito esforço, sair daquele vão. Logo depois chega nossa banana. Pulo na água (meio puto, pq sei que vai ser outra ladainha para subir no outro), nado, nado, nado, e chego na outra banana.
- Porra gente, me puxa aqui PELA MÃO. - Vambora... força... força... força...
Quase consegui subir, e SPLASH... Para água de novo. Bom, vamos de novo.
- Força... força... força...
E finalmente consegui subir. Meu antebraço pelo esforço, já estava parecendo o do Popeye. Já comecei a ficar meio cabreiro, pq a parada deslizava para cacete, e a merda da cordinha, não passava segurança nenhuma.
- Aê gordinho, vê se não vai cair!! Hehehehe... - Vai para a puta que pariu.
Educado feito uma lontra, gritei para um engraçadinho que tava enchendo o meu saco. E começa... Porra, o troço vai numa pressão muito foda, maneiro para caralho!! Tava começando a curtir, qndo o mané do Leandro, que estava na frente da banana (e eu estava lá trás), começa a pular. Aí já imagina, né? É como um chicote. Ele pulava, e a pressão toda, quem recebia era eu na ponta.
- PARA COM ESSA PORRA, VIADINHO!! - TÁ MANEIRO!! HAHAHAHA... - PORRA, TÔ FALANDO SÉRIO. EU VOU ACABAR CAINDO, MERDA... - HAHAHAHA...
Qndo a lancha começou a fazer a curva, não deu outra. ZIPT! Escorrego, e fico com apenas a mão direita (já inchada de tanto fazer força) segurando na cordinha na banana. Ainda tento puxar no braço para subir, preciono meu corpo para frente, mas foi pior... Eu senti pelo menos uns 20.000 litros de água no meu saco, na pressão, de uma só vez. Espero não ter ficado estéril...
- OOOUCHH!!!!...
E soltei a banana, e fiquei para trás, na água. Enquanto a lancha dava a volta, eu só ficava fazendo sinais pro Leandro, que iria encher ele de porrada depois daquilo.
E outra novela para subir na banana de novo. Puxa... puxa... puxa... E pronto! Dessa vez, em "apenas" 5 minutos consegui subir naquela merda. E o cara parte novamente. E o cara vai mais pro fundo. Cada vez mais. Nisso, ele dá uma volta com a lancha, desliga o motor, olha para a galera, com um sorrisinho sarcástico no rosto, e fala, com aquele sotaquezinho mineiro:
- Cês qué ir mais pru fundo?
Todo mundo: QUEREMOOOOOSSS!!! Só eu: NÃOOOO PORRAAAAAA.... (extremamente desesperado)
O cara puxa a banana ao contrário, e joga todo mundo para fora da banana.
- GLUP, GLUP.. AARRRR... COF! COF!... Porra... Chega... Ufa, ufa... Cansei... Vou na porra da lancha... Ar... Vão a merda... Chega... Chega, porra...
Gritei pro cara, e subi na lancha para termifa, ufa... HUUUUMMMM... ufa, ufa... POORRRAAAAA... ufa, ufa...
E nada de eu conseguir subir na banana de espera.
- Vem cá que vamos te ajudar.
Começa a me puxar, o Bossa e o Renato.
- Foooorrççaaaa... força... força... força...
Quando estava quase subindo... Porra, não sei nem como
Babaquice escrita pelo PiG (Fregola) às 04h29
Carnaval - PARTE 3...
O domingo...
No domingo parece que Dentinho me dá uma folga. Ele não roncou dessa vez. Descoberto o motivo dos roncos: bebida. Na noite anterior ele não encheu a cara. Em compensação, dessa vez as reclamações foram direcionados a mim, pq só eu ronquei. Me fudi...
Nessa vidinha mais ou menos, fomos à praia ficar de bobe. Parece que meu protetor solar não mais faz efeito. O meu corpo todo fica pink, e akela dor à flor da pele, típica de caras amarelo-cor-de-peido-de-escritório, qndo se aventuram a pegar sol. Vai ser uma merda para dormir hoje, tô até vendo.
Uma coisa que fiquei impressionado é o preço de comida lá em ES. É muito barato. Com R$ 5,00 comíamos bem, e comida boa. Não compensava nem fazer comida em casa. Ah sim, com exceção de um lugar em q paramos que tinha salpicão estragado. Qndo fomos reclamar, a garota que estava atendendo: - Tá estragado de novo?!? - Er... Como assim estragado de novo? - Que droga que está estragado. Obrigado por informar...
Ela simplesmente vira as costas, e o salpicão podre continua no mesmo lugar. Foi como se tivéssemos chegado p ela e falado algo do tipo "a comida está de parabéns". Porra, ela não tomou nenhuma atitude, nem pelo menos tirar akela merda dali, antes q mate alguém de caganeira latente. Anotado na agenda: NUNCA mais voltar para comer ali.
Akela dormida básica, e à noite fomos para o centro de Piúma.
Trio elétrico... Funk... Axé... Pagode... e outras coisas nojentas estavam presentes. Jáki matador é o caralho. Ah, de qq jeito, foda-se, pq deu parar rir.
Aliás, nesse dia, quase todos ficaram um pouco mais "altos" do que o normal. Destaque principal para a tímida Elaine, arrebentou dançando super empolgada em plena pista, e alegando estar um pouco dormente demais. Se tivesse uma garrafa, será que ela dançaria na boquinha da garrafa? O que não faz a bebida?...
Diz que é macho agora!! Diz? Diz?!?
Logo depois Eduardo me aparece com a porra de umas cachacinhas horríveis, que só a Tatala gostou. Os que provaram, disseram ser néctar de merda com álcool. Putz. Primeiro a ostra, e agora isso. O que é isso? Teste de estômago? Esse casal é sinistro...
E para que fui ficar com a porra da antena na cabeça, de sacanagem? Eu, com o meu corpo semi em chamas, me aparece 2 caras fantasiados de piranha, e começa a me apertar todo. - POOORRAAA... - Ui, ui, ui. Ele está gostando! Gostoso... - Porra, para com essa merda, caralho... - Aperta esse gordinho gostoso... - Âââiiiiiii....
Pronto. Agora estou com a porra das costas todo dolorida. "Obrigado" viadinhos filhos da puta. Bom, foda-se, é carnaval.
Depois da galera toda ter bebido para caralho, e pulado bastante com o Trio elétrico (menos eu - claro), fomos embora. 6 pessoas dentro do carro do Eduardo, e ele meio alto, e gritando "vamu zuááááá". Essa porra vai dar merda - pensei.
Assim que adentramos Itaoca de madrugada, Eduardo começa a tocar a busina sem parar e gritando "acooorda" e outras coisas no estilo. Não demorou muito tempo, cola na gente um carro velho (um gol, eu acho) com um monte de homem, vestido de piranha, e um deles em cima do capo do carro. Pronto, zona feita. Ficaram businando a porra da cidade quase que inteira. Buzina... Grita... Buzina... Ri... Buzina... Fala alto... Buzina... E a buzina do Eduardo vai pro saco. A buzina fica rouca. Acabou a festa.
O outro carro com os outros malucos de piranha se despedem, e Edaurdo decide pegar o caminho escuro, pela orla. Todo mundo que passava, Bossa soltava uma gracinha: - Tesããããoooo... HAHAHAHAHAHAHA... - Aí, vc sabe como chego em Ocaína? HAHAHAHÁÁÁÁ... (existe uma cidade com nome de Iconha) - Aí vc... FEIA!! HAHAHAHAHAHAHA....
E outras coisas mais, sem sentido que não me recordo agora. No meio desse caminho meio escuro, tinha 2 garotas caminho juntas. Bossa: - Eduardo, diminui aí. - Tá legal
E o Eduardo foi diminuindo... diminuindo (nisso as garotas já meio boladas)... De repente, sem mais nem menos, Bossa abre a porta e se joga para fora do carro e rola. - SOCOOOOOOORROOOOOOOO..... - Búúúúúúúúúú!!! HAHAHAHAHAHA....
As garotas saem correndo gritando em disparada, e Bossa correndo atrás com os braços para cima e sacudindo, fazendo "sons" de fantasma. Porra, até eu me assustei com a atitude Joselita dele, fico imaginando as garotas.
O que ninguém tinha reparado que tinham 2 mineiros que estavam com elas, mais a frente: - AAAAAARRRRR... ARRR.... VÁ TI TOMÁ NU CÚ D´OCÊS VÉI!! VÁÁÁÁ TI TOMÁ NO CÚ D´OCÊS VÉI!!!....
Começou a gritar um deles, tremendo, rosnando e babando, todo vermelho, sendo segurado por uma das garotas. Fudeu - ele vai jogar a garrafa de cerveja no carro - pensei. - VÁÁÁÁ TOMÁ NU CÚ D´OCÊS VÉI!!...
Ficava repetindo o mineiro. E Bossa, para tentar acalmar o cara: - Tá bom, eu tomo amigo... Eu tomo... Coisas do Bossa. Como estávamos quase do lado da casa, Bossa, Eduardo e Leandro vão lá, para trocar uma idéia com os mineiros, e falar q foi só uma brincadeira de carnaval carioca (héin?). Eu fiquei em casa, preocupado, mas conhecendo as figuras, sabia que iam voltar dizendo que tomaram porrada, ou algo no estilo. Não deu outra, volta o Bossa com um lenço no rosto, fingindo ter tomado porrada. O engraçado foi ver a reação geral. Todos, com exceção da Renata (a menina Bossa) ficaram totalmente indiferentes, sabendo q era sacanagem.
Segunda... E paga-se o preço. Bebidas... Sanduíches de lingüiça... É... Na segunda, ficou quase todo com a saúde arriada. Segundo a mulher do posto de saúde, tinha um surto de carne estragada. E dá-lhe canja na galera. Geral na merda. Em falar nisso...
Leandro ainda dormindo na sala, Bossa, sorrateiro feito uma vaca prenha no cio, anda na ponta dos pés, para soltar uma "bufa" na cara do Leandro, como um "Bom Dia Vietnam". PPPRRRRRRrr... BLOSH!!! "Puta que pariu, me borrei!!", grita o Bossa, correndo de pernas abertas em direção ao banheiro se limpar.
Leandro apenas abre os olhos, vê a cena esdrúxula e volta a dormir.
Continua...
Babaquice escrita pelo PiG (Fregola) às 01h37
Carnaval - PARTE 2...
Sábado. Acordamos um pouco tarde, eu em especial, pq o fdp do Dentinho ronca feito, sei lá o que. Parecia que estava incorporado, possuído, ou de sacanagem mesmo. Fazia ruídos estranhos, e me dando sustos repentinos. Só faltava ele ficar fazendo "ponte" e vomitando sangue, assim como no filme exorcista. Porra, ele não ronca, ele grita (sim - isso realmente me irritou). Que merda. Eu sei que ronco tb, mas porra... O cheio de merda para dormir, sou eu, né?
Primeira coisa a se fazer ao acordar, claro, é sacanear os outros que ainda estão dormindo. Vítima certa, de cara, o Bossa. Coloquei uma meia para ele ficar cheirando enquanto dormia, mas parece ter curtido, e ficou dormindo como se nada tivesse acontecido.
Antes de ir à praia, dou um pulo na padaria para comprar o básico, para tomarmos um café da manhã. No meio do caminho: - Fiu, fiu... (eu olhando para os lados, para saber para quem as garotas estavam assoviando) - Eu? - Sim... Gostooooso. Hu -ru... - Hã? Hummm... Eu acho q vou gostar desse lugar. Me senti o próprio Tom Cruise nessa hora. Pena que a merda de padaria que tinha um monte de espelhos. Quebrou o encanto. Merda.
Logo depois a galera toda termina de acordar. Tomamos café e fomos todos à praia.
Ao deitar para tomar um sol, a Daniele foi assediada por um vendedor de churros tarado, que ficou um tempão olhando para sua bunda, e dizendo: "Ééééé... Churros... hehehehe... é o churros... quentinho... gostoso... doce... de LEITE...". Daniele ganha de nós, o título de rainha dos churros de Itaoca.
E o pessoal, e principalmente o Eduardo, cismaram em comer ostra. Eu particularmente nunca tinha provado. É mais ou menos assim: O cara abre com uma faca (a ostra ainda viva), encosta a ponta da faca num tempero doido que tenho medo de perguntar o que é, pinga 2 gostas de limão (nessa hora, a ostra dá até uma tremidinha - brrrll), vc pega e chupa a ostra. Achei nojento demais. Até provei para não dizer que é ruim em vão. É mais ou menos assim: A textura é igual catarro. O gosto é de água do mar (Ah, sim - água do mar com gotinhas de limão - quase um twist). Uma merda. Mas há quem goste (né Eduardo?). Vá entender...
Eduardo fecha um acordo com o vendedor de ostra, para comer várias, e fazer um precinho camarada. E toma uma, duas, três, dez, quinze (sempre alegando que é um ótimo estimulante sexual - só pegou mal a hora que Daniele exigiu que Renato comesse muitas ostras)... Até aí, tudo bem, e o cara tava feliz da vida. Até que o Bossa, me vem com a brincadeira e fala:
- Legal! Já tem quinze, fora as que a gente enterrou para não pagar.
Para que ele foi falar isso. O cara não acreditou e ficou puto? Para convencer que o Bossa é débil, e tava de sacanagem, foi um custo.
Mais nojento que a ostra, só mesmo o molequinho aê, que devia estar desarranjado, e se largou de certa forma, que estava até escorrendo. Que nojo...
Mais tarde (bem de tarde), voltamos para casa, para descansar um pouco para mais tarde irmos à Piúma. Bossa e Renato deixam surpresas (e não é Kinder Ovo) no banheiro do quarto do Eduardo, e não dão descarga. Tatala vê, e pensa que foi o pobre do Eduardo que nem estava presente no momento. Foi preciso 3 descargas e muito pinho sol.
Depois daquele ronco maneiro, acordo, e vejo todo mundo no quarto onde estavam Bossa e Renato (e suas respectivas), falando alto pacas. Resolvi ir tb, para conferir qual o assunto em pauta:
Sexo Anal.
Entre muitos outros assuntos, discutidos sem o mínimo pudor, estava esse principal. Não tenho nem como descrever a intensidade do assunto aqui, pois estaria virando um site pornô, e estaria burlando as regras. Mas tentarei assim mesmo: - Linguadas em ** homens são válidas? - Homem gosta de dedadas femininas? - Como conseguir comer um **? - Dar ** dói? - Como fazer para não doer E assim vai. Até que peguei BEM leve aqui, pq o assunto na hora, digamos, estava pesado até demais. Leandro que não estava acostumado com essa galera, ficou chocado com tamanha intimidade e sinceridade brutal.
Bom, vamos todos tomar banho e vamos para Piúma. Claro, que usando o papel higiênico, ao invés daquela duchinha tarada.
Chegando ao centro de Piúma, uma coisa já me irritou de cara. Funk. Só funk. Porra, e só funk carioca. Porra. Eu não sei o que é pior, se é pagode ou é funk. Tudo qnto é lugar que íamos, tocava direto dois deles, pricipalmente: "Venha, venha, veNHÁ... Venha, venha, veNHÁ... Vem Cristiane" "Jáki, Já-Jáki Ma-mátadô, matadô - Não bebeu porque? Tôma - tô-tôma..."
Fiquei com essas porras dessas músicas (se é q se pode chamar de música) na minha cabeça. Um inferno.
E vai cada um praticamente para um lado diferente. Casais e dentinho para um lado, solteiros para outro, e eu para outro.
Eu, debilitado, fiquei sentado numa mesinha, tomando água (sim, isso mesmo - água), e rindo da porcaria do pão com lingüiça que o Eduardo comprou (gorduroso que dava nojo) que nem um cachorro de rua faminto não quis. Leandro vai pro Trio elétrico. Uma garota passa por ele, com aquelas paradinhas de jogar espuma, dá uma olhada para ele com risinho safado, e cobre ele de espuma. Ele responde: - Tá bom, tá bom. Satisfeita? - Não... Ela agarra o Leandro e tasca um beijo. Quase um estupro. E aê Leandro, foi bom para você?
Mais tarde um pouco, demos uma passada nos camelôs de souvenir. Logo depois, fomos embora, pq a lombeira da praia tava batendo forte...