Cada vida, acredito que possa ser classificada assim como um gênero de filme.
Uns levam a vida como um eterno romance e busca do amor eterno (ou galinham mesmo), outros um drama (haja saco para aturar esses), outros uma aventura, há quem leve a vida como um policial, há aqueles que a levam com uma grande produção pornô (esses são os mais felizes), e aqueles como eu, que a vida parece uma comédia pastelão.
Eu estou quase tendo certeza absoluta em relação a minha. Putz grila...
Aguardem por cenas do próximo capítulo...
PS: Depois do último post, esse blog bateu a marca de mais de 10.000 visitas. Como diria o Costinha, vão gostar de putaria assim na casa do caralho...
Em homenagem a isso, em breve, nos arquivos trash, irei colocar o áudio do "O Peru da Festa" do mestre dos mestres, Costinha...
Atualização: Já está disponível os mp3 do Costinha, na sessão de arquivos trash do blog!!
Babaquice escrita pelo Fregola às 21h09
POST PROIBIDO PARA MENORES: A primeira transa a gente nunca esquece...
É... em relação a todos os meus amigos, eu sempre fui o mais lesado nesses aspectos sexuais.
Lembro q alguns chegaram a me chamar de Peewee uma época. Menos mal q a onda passou rapidamente.
Mas tinham amigos dispostos a me ajudar com esse meu problema. Um deles era o Marcelo "Pião" (famoso por morar numa casa enorme, de 7 andares!! Toda em construção e devidamente apelidada de Castelo de Greiskull), um amigo meu da antiga.
Ele tinha uma prima. Sim... Uma prima "toda-toda"... Já tinha uma filha (obviamente, já trepava - segundo suas palavras), e a coisa era mais fácil. A menina me conheceu, e ele foi colocando pilha... em mim. Pq ela já estava a fim, e eu malandro feito um teletubbie roxo, não tinha reparado.
Papo vai, papo vem, ela desce p a cozinha, e dá um olhar 43 (porra, q expressão mais escrota). Eu pensei "É agora ou nunca". Desci atrás, e ela já me esperava em posição de "me beija" sabe? Quando a garota encosta na parede jogando o corpo p trás, abre ligeiramente as duas pernas ainda em pé, coloca as mãos p trás p apoiar, e inclina a cabeça ligeiramente p o lado p dar um visual com o cabelo, sabe?... Entre uma tremedeira e outra de nervoso, rolou. Começamos a namorar.
- Aê Fábio... Vai nhanhar!! - Marcelo, eu comecei a namorar ela agora... - Mas é p pegar e furar! - Vou deixar acontecer naturalmente... - PORRA! É por isso q vc é virgem. Quer ficar a vida toda virgem?!? - Claro q não, mas... - Nada de "mas"!! Se tu não tomar a iniciativa, não vai ser ela q vai fazer. - Tá bom. Vou tentar. Mas se ela ficar puta comigo? - Melhor ainda, q vc meeeeeeeete a vara!! Hahahaha... - Porra, sério... - Ela não vai ficar não. Ela tá na sua. Ela precisa meter... - Tem certeza? - Porra. Tô falando... - Então vou tentar... vou tentar...
E feito. Quase todo dia estava lá, no castelo de Greiskull, p ficar com ela.
- Fábio, tem um lugar muito legal da casa q queria te mostrar. Quer vir comigo? - Quero. É onde? p fazer o que? (eu - o mais gafanhoto do mundo) - Uma surpresa. Você vai ver - Tá legal (e eu tremia mais do q vara verde) - Chegamos... Olha q legal. Podemos ficar aqui sozinhos sem ninguém incomodar... - Humm... Gostei Fulana. - E está esperando o que? (me olhou de cima em baixo - eu gelei)
E começamos o Incha-Saco (para quem não sabe: incha-saco é qndo vc fica ralando, ralando, ralando e como não solta nada, chega em casa de pernas abertas doendo pacas, e o saco parecendo o Fofão).
No meio do "IS" (para os íntimos), eu decidi "vou passar a mão naquilo! Será q ela vai gostar? E se eu tomar uma porrada? E se ela não gostar e terminar?"... pensei, pensei, pensei, mas vagarosamente, com a mão tremendo pacas e suando às bicas, passei a mão naquilo. Ao tocar, eu olhei p ela imediatamente com uma cara de "culpado", e como ela estava olhando p mim, tirei a mão rápido, e fiquei esperando a reação, com os olhos esbugalhados.
Ela olhou p minha cara, e caiu na gargalhada. "Será q fiz cosquinha?" - pensei.
Ela fica séria, olha p meus olhos, e me abraça muito forte. "E agora? O q faço". Bom, comecei o IS de novo, e no meio do IS, passei a mão naquilo mais uma vez, e dessa vez fui retribuído. Como não esperava, e estava frio, soltei um "Irrc!"... A mão dela gelada no meu "aquilo" foi sinistro. Ela toma um susto, e dá mais uma gargalhada.
"Será q ela tá possuída por alguma pomba-gira, ou algo no estilo? Toda hora ri, porra" - pensei, já ficando meio puto. Nova sessão de IS, mas agora, aquilo na mão, e mão naquilo saindo mais naturalmente:
- O q acha de subirmos, e ficar naquele quartinho lá de cima? Tem uma vista bonita. (ela só olha p a minha cara com cara de ventania - fechando um poucos os olhos, e mordendo os lábios) Ela me puxa pelo braço, e subimos. Na verdade eu realmente tinha chamado p ver a paisagem, mas como ela pensou "maldade" achei melhor assim.
- Fábio, fecha a porta. - Er... T-tá bom... e... E-Eu, t-tô fechando... (parecia o gaguinho) - Vem cá agora... - C-calma... tô indo... (fiquei com medo de peidar de nervoso - eu estava segurando pq não peido na frente de damas) - Você tem camisinha? - Não. Só grande (sim - eu falei sério essa estupidez!) - Brincalhão. Estou falando muito sério (aí q caiu a ficha - vou perder a virgindade!!) - Não tenho não, esqueci em casa (mentira - nunca tinha comprado) - Hummm... deixa eu ver na minha bolsa (e eu rezei MUITO nessa hora p papai do céu) - Tem? - Achei. Tem aqui. Vou me preparar... - Tá bom, te espero. (Eba!)
Ela entra no banheirinho do quarto. Eu quicava de empolgação. Estava com uma vontade de gargalhar filho da puta. Não sei explicar. Ela volta com uma toalha em volta do corpo.
- Deixa eu ver (puxando a toalha dela - porra nunca tinha visto uma mulher toda peladinha, a não ser por revistinhas de sacanagem) - Não... Eu tenho vergonha (Quando ela negou de eu ver aquilo, eu pensei q com a sorte q tenho, só faltava ela ser traveco - mas isso foi apenas em milisegundos, pois lembrei q tinha passado a mão naquilo, e tinha certeza q não era) - Eu quero ver! (porra, minha primeira transa, e não vou ver porra nenhuma?!?) - Tá bom Fábio... Só um pouquinho...
Ela abre o lençol... Tcharam!... Ai, ai... Escutei arpas... Anjos... q momento mágico... E pensei romanticamente: "Caralho, vou fuder. q bom!!"
Peguei a camisinha, e tremendo feito não sei o q coloquei. O problema q ficou uma bolha de ar em cima, e não achei aquilo normal. Parecia um pirulito cabeçudo.
Eu tinha desenrolado a camisinha e depois colocado, sabe? Ao invés de desenrolar direto no dito cujo. Li a "bula", e depois coloquei certo. E começamos... Essa parte não tem como descrever, sabe? Bom...
Quando eu estou quase "chegando lá": - Ai, é melhor parar Fábio - Porque?!? (indignado - minha primeira transa, e vou com saco-fofão p casa? No way!) - Estou escutando barulho. Estou com medo de ser alguém - Bobeira anjinho. Não pára... - Será? O q acha melhor fazer?... - Isso... Vem cá... (segurei ela pela cintura, e mandei a seqüência kickboxer - vide posts anteriores) TCHUC- TCHUC- TCHUC- TCHUC-CHUÁÁÁÁÁ...
Terminei. Primeiro pensamento pós-transa: "Como é bom ser eu!". Num gesto cinematográfico, joguei a camisinha pela janela, num terreno abandonado q tinha, e aquela cena ficou na minha cabeça, como se estivesse jogando o meu cabaço pela janela. Eu vi a cena em câmera lenta. Uma coisa muito bonita. Não tão bonita, pq era uma camisinha usada, mas... De certa forma... bonita...
Fui p casa... No caminho, eu passava pelas pessoas, e quem eu cumprimentava, eu pensava "Eu já fudi. Você está cumprimentando um homem agora". Achava todo mundo criança, e um ar superior me rodeava. Lembro q meu tio veio falar comigo alguma coisa, e eu respondi "Eu não sou criança. Pede p outra pessoa" - com um sorriso besta na cara, e todo descabelado.
A partir desse dia, entrei p a fase adulta. Vou transar todos os dias. Pelo menos eu achei. Só fui transar novamente quase 3 meses depois, e namorando a mesma pessoa. Tsc, tsc, tsc...
Babaquice escrita pelo Fregola às 02h37
Ao som de Cazuza (Exagerado): # É aleijado... torci o meu pé, e fiquei um aleijado... Não fico em pé, só sentadooo... #
É... puta que pariu. Só dizendo assim. Fui eu e Elaine ontem para uma festinha junina aqui perto, na Ituverava. Estacionamos o carro um pouco distante, e fomos andando até o local, quando de repente: AAAAAAAAAIIIIIIIIIIII!!! POOOORRRAAAA!!! PUTA QUE PARIU!! FILHO DA PUTAAAAA!! CARALHHOOOOO!! BUCETAAAAA!! (isso era eu gritando palavrão e urrando de dor feito um dinossauro, caído no chão)
Eu pisei num buraco e meu pé torceu bruscamente, virando completamente (sim - isso dói para caralho!)
Elaine, tadinha... não sabia o que fazer. Mas tb pudera... Ela magrinha, e cai um javali que nem eu no chão, e começa a gritar como se estivesse possuído... Eu no lugar dela tinha começado a rezar para tirar esse encosto de mim, ou como bom cagão que sou, saído correndo e chamado o padre Quevedo...
Me vendo no chão, no mínimo deve ter pensado "tô fudida para tirar ele daqui". A minha sorte que o Dentinho estava relativamente perto. Ligamos para ele e veio me ajudar a chegar no carro. Ele se deu bem, pq levou meus 2 litros de vinho para encher a cara.
E agora estou assim... Não consigo andar momentaneamente, e como estou tomando anti-inflamatório, tb não posso beber e nem comer nada muito gorduroso.
Ninguém merece tal castigo... Eu devo ter sido Hittler na outra encarnação...